Arco de Baúlhe
A Vila de Arco de Baúlhe é uma terra muito antiga e bem conhecida dos viajantes do norte do país que, ao longo dos séculos, por aqui transitaram na antiga "estrada real" em direcção às famosas estâncias termais das Pedras Salgadas e Vidago e ainda para entrar em Espanha, através da fronteira de Chaves.
Localizado num ponto estratégico e equidistante entre Fafe e Vila Pouca de Aguiar, o Arco de Baúlhe foi e continua a ser local de paragem, de reabastecimento e de descanso. Outrora, as diligências puxadas a cavalos tinham aqui o seu paradeiro obrigatório para repouso e alimentação dos animais e respectivos passageiros, que se recolhiam em várias hospedarias já desaparecidas.
Actualmente, são os veículos automóveis que, aos milhares, atravessam e param nesta localidade, mercê da encruzilhada das estradas nacionais 206, 205 e 210 que aqui se encontram e canalizam o tráfego em todas as direcções do interior para o litoral e vice-versa.
Mais recentemente é a Auto-Estrada A7/IC5, com ligação aos grandes centros urbanos e à Europa que aqui tem um nó de acesso, constituindo um privilégio excepcional para o Arco de Baúlhe e uma mais valia extraordinária para a projecção e potenciação do seu desenvolvimento e da região onde se insere.


Economia e Turismo
Local de muitos e variados negócios, do Arco de Baúlhe emerge uma população tradicionalmente dinâmica e laboriosa com qualidades de empreendorismo empresarial que fazem desta terra um centro comercial e industrial dos mais importantes das Terras de Basto.
Naturais da terra, de localidades vizinhas, ou que vindos de longe, aqui se fixaram, são em grande número aqueles que se estabeleceram, criaram empresas e actividades próprias, conferindo a esta Vila uma dimensão e uma expressão económica digna de registo.
O Turismo tem aqui a sua marca principal através da saborosa gastronomia regional, que a qualidade e o serviço esmerado dos restaurantes lhes dão um valor acrescentado especial.
O recém-inaugurado Museu das Terras de Basto com as suas magníficas componentes de etnografia regional, centro de interpretação, carruagens e comboio histórico é, igualmente, um pólo de atracção de valor incontornável.
A pesca nos rios Peio e Tâmega que banham o Arco de Baúlhe, bem como os locais aprazíveis das suas margens, são ainda uma riqueza natural para desfrutar e uma cura eficaz para o desgaste e o "stress" da vida agitada dos nossos dias.

